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Samantha, apesar de sua pouca idade, tinha um excelente cargo na empresa onde trabalhava e um salário que fornecia condições de manter um apartamento de cobertura em um dos prédios mais altos de um bairro nobre da cidade. Tudo ali era luxuoso e a mobília moderna e aconchegante esperava por ela a cada final de expediente. Um filme todo final de noite, com pipoca e sorvete, era regra e naquele dia dos namorados, não seria diferente. Ao menos aquele era o seu desejo.

Entretanto, a sorte nunca fora uma boa companheira de Samantha. Se o assunto fosse amor então, a coisa ficava ainda mais complicada. Seu último namorado, por exemplo, morrera anos antes em um acidente de carro, quando era ela quem estava ao volante, fato que lhe causava culpa e dor, além de fazer com que ela evitasse novos relacionamentos ou novas possibilidades que poderiam evoluir para um relacionamento. 

Mesmo em suas vontades mais banais, a sorte insistia em interferir e naquela noite não foi diferente. Samantha optou por deixar o escritório mais cedo e não participar da festa promovida pelos funcionários da empresa para desfrutar da paz de seu apartamento e assistir um filme do Hitchcock ou do Coppola. Porém, ela não contava com uma ocorrência: uma falha elétrica deixaria o prédio inteiro às escuras naquela noite e traria o inesperado para dentro da realidade triste e solitária que ela experimentava por anos a fio.

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O preço é promocional e será mantido até o final deste mês (junho), portanto aproveite! O conto está disponível na Amazon e pode ser lido gratuitamente no Kindle Unlimited.

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Mais uma Promoção

O ebook Sob a Sombra da Névoa está disponível com preço promocional na Amazon até o dia 24 de Março, com 67% de desconto sobre o preço real, saindo por apenas 1,99.

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Sinopse:

“Há quem diga que o futuro não altera o passado; que o que está feito, está feito. Dizem por aí que não há qualquer maneira de reverter o que já se estabeleceu. Dizem também que, uma vez moldadas algumas condutas, elas jamais se desconstroem. Mas ele mostrou o contrário.”

Seja bem vindo a casa Mendonça, uma estância secular de gado leiteiro localizada no pampa gaúcho!

Os mais antigos na casa, como Ramiro e Martina, sempre souberam que a volta de Raul, filho caçula do patriarca dos Mendonça, para assumir sua função na estância, atiçaria as brasas de uma fogueira esquecida por dezoito anos e que as labaredas levantadas seriam altas. Raul carregava nas veias o sangue forte de seus ancestrais latinos, tinha a gana de quem buscava fazer algo e o faria. Porém, enquanto seus ancestrais fizeram o mal, ele voltava para fazer o bem. Havia muito o que enfrentar e ele estava pronto, fosse para o tudo ou para o nada.

Mas e Cecília? Como a jovem, contratada para trabalhar como secretária, se encaixava em tudo aquilo? Órfã e criada no convento, Cecília aceitou o emprego sem saber que além de lidar com planilhas e números, deveria lidar também com todo o clima de tensão e medo que permeia a propriedade, com a grosseria de Carlos, irmão de Raul, e com situações que beiram o absurdo. Ela desconhece que precisará enfrentar um segredo que, há quase quatrocentos anos, permanece escondido na névoa. As lendas que rondavam aquele local não lhe teriam piedade, assim como as almas que insistiam em vagar por lá também não poupariam nenhum de seus habitantes, lhes trazendo a todo tempo o passado desgraçado traçado pelo primeiro Mendonça que fincou pé na região.

***

Trata-se de uma história de romance e mistério que se passa no pampa gaúcho, em uma propriedade secular onde aquilo que se parece pode ser, assim como pode não ser. Aproveite o precinho camarada e desfrute deste mistério; depois, passe por aqui e me diga o que achou. Ah! Disponível gratuitamente para assinantes do Kindle Unlimited.

 

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Foi com grande alegria que recebi ontem a informação de que o meu ebook “Pelos Caminhos do Tempo” foi uma das cinco obras selecionadas como finalistas da Segunda Edição do Prêmio Kindle de Literatura, parceria entre a Amazon e a Editora Nova Fronteira.

Para aqueles que ainda não conhecem a história, trata-se de um romance de mistério que narra a saga de um escritor do Mato Grosso do Sul que após alguns anos peregrinando pelo Brasil, retorna ao seu estado natal em busca de algo que o passado lhe reservou, apesar de ele não saber disto.  Mas não é somente isso! Por trás de tudo temos um cenário de ganância, preconceito, exploração do trabalho e diversas outras questões.

Na sinopse:

“Há quem diga que somos nós que construímos as histórias. É um erro, são elas que nos constroem.”

Ele levava uma vida vivida ao acaso, sem paradeiro, seguindo os indícios fornecidos pelo tempo. Era desta forma que Victor, um escritor nascido no Mato Grosso do Sul e que já havia percorrido boa parte do Brasil, passara seus últimos anos: de cidade em cidade, de estado em estado. Ele seguia um chamado inaudível, mantinha a busca pelo indefinido, marcada por visões que pareciam apontar um porvir e que preenchiam ausências remotas, indecifráveis.

Após sucessivas viagens, a vida o leva de volta ao seu estado natal e lá ele encontra uma fazenda de subsistência, onde abriga-se como ajudante na casa de uma família cujas mazelas vão se descortinando aos poucos. Trabalho, fome e tristeza fazem parte da realidade daquelas pessoas. Mas não é só isso! Ele sabe que por trás daquela vasta plantação de milho e de toda a desestruturação percebida na casa, há uma história adormecida e que o passar dos anos não conseguiu apagar. Ele viu o verme sobre o batente da porta e lembrava-se da cigana que um dia lhe salvara a vida.

Décadas antes a fartura e a felicidade habitaram aquele chão molhado e fértil, porém, a mão vil do homem, a ganância e o desamor desviaram os caminhos do tempo, adulteraram o destino e estabeleceram um novo recomeçar delimitado pelos passos dados por Victor e por sua chegada na região. Era como se ele pertencesse àquela terra, como se ela estivesse nele, da mesma forma em que ele, agora, estava nela. Ao envolver-se com aquela família e com os demais colonos, ele não sabia que sua trajetória seria transformada para sempre, assim como também não sabia que transformaria a vida de todos ali.

Esta é uma história sobre o tempo, sobre as transformações sofridas e instigadas por ele, sobre as esperas propostas e validadas com o passar dos anos. Esta é uma história onde culturas se misturam para compor o cenário ideal. Esta é uma história de amor marcada pela desgraça acarretada pelo ódio. Esta é uma história que esconde verdades e você, leitor, está convidado a enfrentar estas verdades.

 

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Para aqueles que têm interesse em conhecer a história, o ebook está disponível no site da Amazon (basta clicar AQUI). E ontem mesmo o jornal O Globo publicou uma matéria falando sobre o concirso e divulgando os finalistas. esta matéria pode ser lida neste LINK.

Meu novo ebook, “Pelos Caminhos do Tempo”, está gratuito hoje na Amazon. O ebook está disponível AQUI e, ao acessar, basta clicar em “comprar agora”.
Corra lá para garantir o seu. Válido até a meia noite de hoje, dia 21 de Outubro. E aqueles que avaliarem o ebook no site da Amazon até o dia 10 de Novembro e enviarem o print para o email “autora.barbaranonato@gmail.com” receberão marcadores das minhas obras e, automaticamente, concorrerão à um exemplar físico de “Muito Além da Alameda”. Tá esperando o que para participar?!

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Sinopse:

“Há quem diga que somos nós que construímos as histórias. É um erro, são elas que nos constroem.”

Ele levava uma vida vivida ao acaso, sem paradeiro, seguindo os indícios fornecidos pelo tempo. Era desta forma que Victor, um escritor nascido no Mato Grosso do Sul e que já havia percorrido boa parte do Brasil, passara seus últimos anos: de cidade em cidade, de estado em estado. Ele seguia um chamado inaudível, mantinha a busca pelo indefinido, marcada por visões que pareciam apontar um porvir e que preenchiam ausências remotas, indecifráveis.

Após sucessivas viagens, a vida o leva de volta ao seu estado natal e lá ele encontra uma fazenda de subsistência, onde abriga-se como ajudante na casa de uma família cujas mazelas vão se descortinando aos poucos. Trabalho, fome e tristeza fazem parte da realidade daquelas pessoas. Mas não é só isso! Ele sabe que por trás daquela vasta plantação de milho e de toda a desestruturação percebida na casa, há uma história adormecida e que o passar dos anos não conseguiu apagar. Ele viu o verme sobre o batente da porta e lembrava-se da cigana que um dia lhe salvara a vida.

Décadas antes a fartura e a felicidade habitaram aquele chão molhado e fértil, porém, a mão vil do homem, a ganância e o desamor desviaram os caminhos do tempo, adulteraram o destino e estabeleceram um novo recomeçar delimitado pelos passos dados por Victor e por sua chegada na região. Era como se ele pertencesse àquela terra, como se ela estivesse nele, da mesma forma em que ele, agora, estava nela. Ao envolver-se com aquela família e com os demais colonos, ele não sabia que sua trajetória seria transformada para sempre, assim como também não sabia que transformaria a vida de todos ali.

Esta é uma história sobre o tempo, sobre as transformações sofridas e instigadas por ele, sobre as esperas propostas e validadas com o passar dos anos. Esta é uma história onde culturas se misturam para compor o cenário ideal. Esta é uma história de amor marcada pela desgraça acarretada pelo ódio. Esta é uma história que esconde verdades e você, leitor, está convidado a enfrentar estas verdades.

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Quotes:
“— Esta fazenda era parte do território do Mato Grosso ainda, era década de vinte e o estado não havia sido dividido, quando os ciganos fincaram acampamento aqui e receberam autorização para trabalhar na lavoura. No começo foi estranho já que seus costumes eram tão diferentes, mas com o passar dos meses tudo parecia normal. Eles eram pessoas comuns, pessoas de bom coração, apesar de todas as asneiras que se espalhavam na época. Gente que não tem o que dizer sempre diz besteira, não é verdade? (…) Houve quem não gostasse dos ciganos. Há sempre um espírito de porco! Houve intriga, gente traindo gente e eu vi o traidor ganhar. Eu vi quem não merecia nada crescer, montado nas costas de quem era mais fraco. Eu vi o poder descaradamente cavar a cova do amor e espalhar sementes de tristeza e desgraça neste estirão. Eu vi o ódio alimentar o filho do desamor pra fazer dele parte desta terra, pra dar a ele as raízes que um dia construiriam o que temos hoje. Ah! Eu vi muita coisa ruim, mas eu sempre soube que a vida traria de volta o que jamais deveria ter sido deixado para trás.”
“— A vida nunca erra… Se ela o trouxe até este lugar é porque o lugar faz parte de você, o lugar está na sua história. Nada é por acaso, meu jovem e o que consideramos acaso, muitas das vezes, foi escrito nas pedras tempos antes e o que se escreve nas pedras, ninguém apaga.”
Ebook disponível na Amazon. Clique AQUI para ter acesso aos primeiros capítulos.

É com grande prazer que informo minha participação na Flip, Festa Literária de Paraty (2017) como autora convidada pela Amazon Kindle Direct Publishing, no dia 29 de Julho.

 

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Segue a programação do evento.

Pela primeira vez, a Amazon.com.br estará em Paraty (RJ), na Casa Santa Rita da Cassia, com um dia dedicado aos autores independentes. O público poderá conversar com profissionais do mercado editorial e conhecer a experiência de publicação independente com o Kindle Direct Publishing (KDP), ferramenta de autopublicação da Amazon.

Programação:

o 10:15 a 12:00 – VENDENDO SUA IDEIA

Autores independentes pré-selecionados farão um pitching de seus projetos literários a profissionais do ramo editorial

o 12:15 a 13:15 – OFICINA DE AUTOPUBLICAÇÃO

Orientações de como utilizar a ferramenta da Amazon para publicar livros gratuitamente e conhecer melhores práticas com base na experiência de outros escritores que iniciaram suas carreiras por meio da autopublicação.
Com:
Ricardo Garrido – Gerente-Geral de Aquisição de Conteúdo para Kindle da Amazon.com.br
E os autores independentes:
– Gisele Mirabai, vencedora do Prêmio Kindle de Literatura 2016,
– Katherine Laccomt,
– Barbara Nonato, e
– Raiam dos Santos

o 13:15 a 14:00 – BATE-PAPO COM PEDRO UM CARTÃO

O autor do canal do Instagram que virou o livro “Um Cartão – Sentimentos Cotidianos” compartilhará sua experiência como autor independente.


subversiva
No transcorrer de minha história nasceu uma profunda paixão pelas palavras. Dos tempos remotos da infância trago a lembrança dos livros intocados na estante. Muitos desses livros pareciam conter um mistério. Do alto de minha pequenez, de onde eu estava, títulos e nomes de autores se embaralhavam numa constelação embaçada de letras. Subia na cadeira e esticava o braço para pegá-los. Queria-os perto de mim. Bastaria consultá-los, como se faz a um oráculo, para que o universo preso àquelas páginas se abrisse aos meus olhos curiosos. Mas eu não os alcançava, muitos deles nunca peguei. Em várias tentativas, só encostei de leve a ponta do dedo em suas lombadas, recolhendo-a em seguida, aveludada de poeira. Assim como uma tumba de faraó inexplorada, nunca soube se tais livros ocultavam tesouros ou maldições, e esta questão ficou gravada em mim, tanto que, hoje, em todos os livros que abro e folheio, busco sempre aqueles que ficaram, ainda perdidos, nas estantes de alguma das  minhas remotas infâncias.
Eu continuo a persegui-los. Porém são esquivos; acossam-me em sonhos e insinuam-se à minha imaginação; me provocam, me atiçam. Como horizontes ou utopias, conduzem-me a lugares desconhecidos e provocam o abandono do que me serviu de amparo. Essa busca é o que me lança para além do que sou e me emancipa dos projetos que criei ou que criaram pra mim e por mim; me faz grande, me faz mais do que eu sou. Talvez seja em  função desse fracasso de posse, que o anseio de compartilhar o que penso pediu entrada em meu espírito. Hoje, escrever me faz aprofundar o que me causa, o que me completa, o que me faz eu. Produzo o que me produz. Assim como o mito das criaturas andróginas que despertaram o ciúme possessivo de Zeus, nesse atravessamento entre razão e fantasia, me vejo condenada à uma eterna busca pela metade que não encontrei, mas que coloquei no papel. E como se a primeira fosse um imã e a segunda limalha, vejo fundirem-se letras e idéias, imantando de ambas uma tensão recíproca. Não há resistência a essa interseção, apenas uma imprecisão qualquer que ganha formas e contornos.
No curso natural de uma vida, meus rabiscos de infância rapidamente desbotam e logo são revitalizados e substituídos pelos novos contornos de juventude que, em seguida, dão lugar à sutileza embrutecida dos traços mais maduros que observo se apagarem com mais velocidade do que antes. A transitoriedade é sutil, porém perene, como um álbum de fotografias amareladas, guardado dentro da gaveta, ou esquecido em cima da estante em meio aos livros do passado. No interior de cada um de nós, estes outros que não somos mais nós, já nos são estranhas figuras. Morrem e ressuscitam, interpenetram-se e complementam-se na composição do tempo em matéria que, por ser atemporal, faz com que os espectros de ontem se condensem aos de hoje, engendrando uma massa dinâmica de momentos transcritos. À medida que envelhecemos, coabitamos outras eras, que não as do presente.
A marcha do punho, ao longo das páginas, deixa seus rastros, faz meus rastros de vivências e de acontecimentos, demarcando meu território e criando o ambiente propício para aqueles que quiserem chegar. Colonizando meus sonhos encontro sempre o avesso da realidade; fincando minhas raízes me deparo com uma carência de olhos abertos para o que está á sua frente; cavando meu espaço me deparo com uma geografia secreta, que não se governa e que não é conhecida por si mesma, mas somente pelos seus efeitos. Copérnico, Darwin, Kant, Goethe, Freud, e demais senhores e senhoras de estirpe, um dia julgados por seus pensamentos e condenados por seus escritos… Aqui nessas veias corre um sangue subversivo com o mesmo teor que em outros tempos vos animou; sangue de quem se arrisca sem esperar por nada, mas sabe que pode encontrar, sabe lá Deus quando, seja lá o que for. Sangue de quem escreve sem medo, sem a sofreguidão dos que se perderam e sem o desespero daqueles que ainda não se encontraram. Escrevo por gosto, por prazer. Vem leitor, emparelha o teu passo ao meu e vê o que há para ser visto; depois, põe no prato da balança tudo aquilo que lhe cabe.  

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“A minha escola não tem personagem; a minha escola tem gente de verdade… Alguém falou do fim do mundo, o fim do mundo já passou. Vamos começar de novo: um por todos e todos por um! O sistema é mau, mas minha turma é legal; viver é foda, morrer é difícil. (…) Chega de opressão! Quero viver a minha vida em paz…”* – Legião Urbana